quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

“Uma Visita de estudo Interessante”

ÁREA DE PROJECTO 2010/11
“Uma Visita de estudo Interessante”

No dia 13 de Janeiro de 2011, pelas 14h, a minha turma que é o 5ºB, na hora de Área de Projecto, realizou uma visita de estudo ao Hospital Veterinário da UTAD.
Pelo caminho fomos acompanhados por dois agentes da Polícia Segura que nos guiaram até lá.
Quando chegámos ao Hospital, à entrada da porta brincamos com um cão chamado Loqui, enquanto esperávamos pelo Dr. Carlos Viegas que estava a fazer uma cirurgia. Demos inicio à nossa visita passando pela sala de espera e a sala de consultas. Durante a visita vimos o aparelho de RX e o écografo.
Depois entrámos num espaço onde o chão era antiderrapante, para os cavalos             e as vacas não escorregarem. Estivemos também numa sala almofadada para quando os cavalos e as vacas acordassem da anestesia não se magoarem.
De seguida, vimos uma piscina com 5 metros de profundidade para os cavalos e as vacas fazerem fisioterapia, e no meio desta, estava uma grua para quando os animais se sentirem aflitos.
Depois, na sala ao lado, vimos o picadeiro que era onde os cavalos faziam exercício físico correndo.
Vimos também a piscina de cães que ainda não estava totalmente construída e irá ter um tapete rolante e ondas.
Vimos o laboratório de análises clínicas e a sala de arquivo.
Depois de isto tudo, fomos a um hospital situado num bosque com um túnel octogonal onde tínhamos de fazer pouco barulho para não assustar as aves silvestres lá existentes, que eram os corvos, os abutres e etc. Nesse túnel também vimos águias de asa redonda e águias calçadas.
Não vimos os falcões porque esses estavam na câmara de muda.
Já no fim da visita, um guia disse-nos que se víssemos um animal ferido na rua            , teríamos que chamar a polícia.
Gostei muito desta visita.    

Filipa Fraga 5ºB nº9



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O DIA DE REIS NA EB1 DE GUIÃES










Resultados do Concurso "Carta a los Reyes Magos":



Resultados do Concurso "Carta a los Reyes Magos":
Secundário
1.º Lugar: Daniel André de Carvalho - Escola Secundária do Morgado de Mateus - Vila Real
2.º Lugar: Joana Barreiro - Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Pouca de Aguiar Sul - Vila Pouca de Aguiar
3.º Lugar: Mariana Sanches Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Pouca de Aguiar Sul - Vila Pouca de Aguiar
Básico
1.º Lugar: Ana Sofia Martins Olival- Escola Secundária de São Pedro - Vila Real
2.º Lugar: Ana Sofia Nóbrega de Oliveira - Escola Secundária C/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real
3.º Lugar: Inês Duarte Carvalheira - Agrupamento vertical de Escolas Dr. João de Araújo Correia - Régua

Prémio extraordiário atribuído à carta mais divertida: Patrícia Helena Silva Soares - Agrupamento Vertical de Escolas Dr. João de Araújo Correia - Régua



O Agrupamento Monsenhor Jerónimo Amaral não obteve nenhum dos lugares mencionados acima, no entanto foi realizada uma selecção dos trabalhos apresentados ao nivel do agrupamento e foram distinguidos os seguintes:
1º lugar: Margarida Raposo Alves - 7º B nº 13
2º lugar: Pedro Miguel Peixoto Botelho - 8º B nº 14
Estes alunos receberam os respectivos diplomas e ao 1º lugar foi entregue como simbolo do país vizinho, umas castanholas.
Parabéns a todos os participantes.



terça-feira, 4 de janeiro de 2011

dia mundial do braille

Encontra-se aberta ao público uma pequena exposição sobre este dia onde se podem ler 7 histórias em Linguagem Braille: As roupas novas do Imperador, Virgolino Vuiolino, O pintas dragão, A pequena sereia, Os óculos do coelho cenourinha, O sapateiro remendão e A herdade do Joãozito.



BIBLIOTECA ESCOLAR
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MONSENHOR JERÓNIMO AMARAL



A ORIGEM DO MÉTODO BRAILLE



Um dia, um menino de 3 anos estava na oficina do pai e vendo-o fazer arreios e selas, pensou: Quando for grande quero ser como o meu pai”.


Este menino, de nome, Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, na França, a cerca de 40 quilómetros de Paris. Certo dia, ao tentar imitar o seu pai, agarrou num instrumento pontiagudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo. Pouco tempo depois, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.


Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele deixou de se lembrar das cores.


Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Na tentativa de que Louis tivesse uma vida o mais normal possível, os pais e o padre da paróquia, Jacques Palluy, matricularam-no na escola local. Louis tinha enorme facilidade em aprender o que ouvia e em determinados anos foi seleccionado como líder da turma. Com 10 anos de idade, Louis ganhou uma bolsa do Institut Royal des Jeunes Aveugles de Paris (Instituto Real de Jovens Cegos de Paris).


Aqui, havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tacto, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases.


Rapidamente o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes e uma história curta enchia muitas páginas. O processo de leitura era muito demorado, a impressão de tais volumes era muito cara e em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca. Queria mais. Na ocasião, ele escreveu no seu diário:


“Se os meus olhos não me deixam obter informações sobre homens e eventos, sobre ideias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma.”


Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo. O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.


Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema.


Um dia, ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro. A escrita nocturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz. Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto.


De imediato, procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno. Noite após noite e dia após dia, Louistrabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o. Suportou muita resistência. Os donos do instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo e não queriam que tudo fosse por água abaixo…


Com persistência, Louis Braille foi mostrando o seu método e os meninos do instituto mostravam-se bastante interessados.


À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos 20 anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos. O método Braille estava pronto. O sistema permitia também ler e escrever música.


A ideia acabou por encontrar aceitação!


Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo: “Tenho a certeza de que minha a missão na Terra terminou. “Dois dias depois de completar 43 anos, Louis Braille faleceu de tuberculose. Nos anos seguintes à sua morte, o método espalhou-se por vários países. Finalmente, foi aceite como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que são cegos. Na França, a invenção de Louis Braille foi finalmente reconhecida pelo Estado. Em 1952, o seu corpo foi transferido para Paris, onde repousa no Panthéon.


Foi desta forma que os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou a sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.