segunda-feira, 19 de março de 2012

AGUSTINA BESSA LUÍS


Agustina Bessa Luís, Contos Amarantinos, os 5ºG e H e As Duas irmãs Fabianas:

Agustina Bessa Luís é o pseudónimo de Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa, Mulher e Escritora Amarantina, nascida em Vila Meã, em 15 de Outubro de 1922.
Escritora famosa e premiada com inúmeros Prémios e doutoramentos Honoris-causa, amiga de infância do realizador Manoel de Oliveira, que tem uma quinta de família no Douro, na região da Rede, contígua à da família da escritora, Agustina estudou no Porto e em Coimbra e é filha de proprietários rurais abastados, como podemos entender pelos seus romances, passados em ambientes rurais requintados, ou apenas rurais, nos quais mulheres fortes e emancipadas são figuras centrais e parecem resistir à adversidade e afirmar-se ora como feiticeiras, ora como donas do seu próprio destino.
 A esta escritora se atribui igualmente um lado neo-romântico, pois é assumidamente uma discípula da escrita literária de Camilo Castelo Branco, em histórias desenroladas entre Douro e Minho.
São dela os romances que recomendamos aos mais velhos Sibila, O Vale Abrão, postos em cinema por Manoel de Oliveira, Eugénia e Silvina, ou para os mais novos os contos Dentes de Rato e Vento, Areia e Amoras Bravas se frequentas o 2º ou o 3º ciclos, livros que encontrarás na Biblioteca da tua Escola.
Mas se queres ter uma ideia sobre os Prémios atribuídos por Associações Literárias Portuguesas ou estrangeiras, aos cerca de 50 livros publicados, então imagina o que poderá ser, pois recebeu-os desde os anos 50 até 2005 e foram os seguintes:
Delfim Editores; Cidade do Porto; Seiva da Literatura; Bordalo Pinheiro; Camões; Virgílio Ferreira; Festival Grinzane; Eça de queirós; Ricardo Malheiro; Nacional da Novelística; Associação Portuguesa de escritores; P,E.N.; D. Dinis(Casa de Mateus-Vila Real); Antena 1; Crítica; Municipal Eça de Queirós da cidade de Lisboa; Máxima da Literatura; União Latina; Romance e Novela\Associação Portuguesa de Escritores; RDP\Antena 1…
Agustina é mãe da escritora Mónica Baldaque e como poderás imaginar está agora muito velhinha, mas ainda vive, no Porto, com o marido, advogado, que há muito abandonou a carreira para datilografar os seus contos e romances, na altura em que os computadores não tinham ainda sido inventados e se chamavam máquinas de escrever. O marido ajudou-a na sua produção literária e publicações. Salientamos ainda que a Faculdade de Letras do Porto em 2005 a nomeou para um Doutoramento Honoris Causa e o Ministério da Cultura Italiano igualmente, tal como aconteceu com Sophia de Mello Breyner …
Repara agora no conto As duas irmãs Fabianas, de Contos Amarantinos Livro de Capa cor-de-rosa que poderás encontrar na Biblioteca de Escola e que conta mais uma vez a história de uma mãe de duas filhas de idades próximas; mas uma era a querida da mãe e outra não…
Não sei se já conheceste alguma mãe assim. Mas se não, estás cheio de sorte.
Não deixes de ler; o livro tem capa cor-de-rosa, é quadrado, e está cheio de histórias contadas na infância a Agustina, pelas tias.
Em Dentes de Rato poderás conhecer a infância da escritora em ambientes requintados e famílias abastados e cheias de gente original, nas férias passadas na Póvoa do Varzim ou na região do Alto Douro e Amarante.
Reconto de As Duas Irmãs Fabianas, por alunos dos 5ºG e 5º H:
1 – ERA UMA VEZ UMA MÃE QUE TINHA DUAS FILHAS. Mas ela gostava mais da filha mais nova. Fabiana era a mais velha e a irmã chamava-se Menina.
2 – Fabiana, a mais velha, passava o dia a trabalhar e a mãe educou-a a fazer sozinha todas as tarefas domésticas.
 Tratava dos animais, preparava as refeições, servia à mesa à francesa, fazia as camas à inglesa, aprendeu a fazer bacalhau de 46 maneiras, Mungia as vacas, dava de comer aos porcos logo às seis da manhã e deitava-lhes uma mão de sal, para as fêveras ficarem mais tenras, dava de comer aos periquitos, mungia as vacas e era a criada da casa. A mãe tinha mais que fazer, entretendo-se a dar ordens às criadas e nem tinha tempo para falar com ela…
Mas Menina, pelo contrário ondulava o cabelo, acordava tarde, pintava as unhas, vestia-se de rendas, enchia-se de ouros e ia pendurar-se no caramanchão, olhando a rua…A mãe não sabia que mais laços lhe pôr.
3 – Cresceram e fizeram-se mulherzinhas e casaram. Mas uma foi de branco com dote, véu e grinalda e arranjou um marido rico e Fabiana vestiu-se de preto e foi viver para longe.
4 – Fabiana chorou ao deixar a mãe e a cama de solteira e ambas partiram. E a mãe ficou sozinha com as criadas até que se lembrou de as ir visitar.
5- Fabiana escreveu cartas que a mãe não chegou a ler, sempre ocupada com as criadas e Menina não escreveu, pois esquecera tudo o que aprendera na Escola.
6 – Anos mais tarde, a mãe foi visitar as filhas e não estranhou ao ver Fabiana com os filhos limpos e assoados e os cães com as vacinas tomadas.
6 – Quanto a Menina esperava-a uma grande surpresa: as pombas esvoaçavam no quintal, os tapetes estavam cheios de lama, os criados insultaram a mãe à entrada, a Menina bocejou com estrondo, as pombas levantaram voo e Menina, com os cabelos metidos numa touca por já não conseguir penteá-los, de tão porcos que estavam,  sorriu e disse:
_Mãe, venha de pedrinha em pedrinha para não cair na merdinha…
Os alunos desenharam os casamentos, escreveram cartas hipotéticas à mãe, escritas por Fabiana, na esperança de um pouco de atenção, no final, quando já tivera tempo para aprender com os seus erros às quais a mãe respondia, acrescentando que ia mudar de ares e dançar no Carnaval do Brasil;
E todos defenderam Fabiana com unhas e dentes…Menina era mesmo um caso perdido, afinal de pequenino se torce o pepino…
E digam lá que eles são parvos….

Participaram neste trabalho em leitura, interpretação, reconto, ilustração, caracterização de personagens os alunos dos 5º G, Ana Bárbara, Carlos, Daniel, Diogo Carvalho, Diogo Lourenço, Diogo Fraga, Duarte, Emanuel, Flávio, Gonçalo, Graça, Hilário, Joana Pereira, João Carlos, Maria de Fátima, Marisa, Pedro, Rita, Ruben e do 5º H os alunos, Isabel, Adriano, Beatriz, Daniel Gomes dos Santos, Daniel Filipe Gomes, Daniela, Joel, Maria João, Mariana, Miguel Peixoto, Pedro Miguel, Rafael, Sara, Vanessa, Neuza.
A professora:
Isabel Lacerda Cabral.
Já conheceram alguma mãe assim?

IDOLOMANIA - José Mourinho

ÓSCARES 2012



É NOTÍCIA - noticiou ao longo da semana da leitura informação sobre a 7ª arte e os Óscars do Cinema 2012. 

ANATOMIA DO LIVRO - exposição



Pequena mostra sobre as diversas componentes de um livro.




sexta-feira, 16 de março de 2012

PROVÉRBIOS METEOROLÓGICOS


Abril, águas mil
 – Porque em Abril chove muito e é a época da chuva.
Agosto, frio no rosto
 – Porque em Agosto já começam as noites a ficar frias.
Março, tanto durmo como faço
– Porque o dia é tão grande como a noite.
Fevereiro mata a mulher no soalheiro
 – Nessa altura em que o sol está a descoberto e a temperatura é baixa as pessoas procuram-se aquecer, expondo-se ao sol, o que pode provocar doenças.
Setembro ardem os montes, secam as fontes
– É o pico do verão onde as temperaturas são muito elevadas e já escasseia a água.
Outubro pega tudo
– Começa a época da chuva, a temperatura amena, o que faz com que cresça tudo.
Janeiro salto de carneiro
 – Os dias em relação às noites crescem bastante.
Feito por,
Catarina 7º C

--------------------------------------------------
JANEIRO 
- Trovão em Janeiro, nem bom prado nem bom palheiro. 

FEVEREIRO

- O tempo de fevereiro, enganou a mãe ao soalheiro.     

MARÇO

- Quando florir o maracotão, os dias e as noites iguais são.    

ABRIL

- Em tempo de cuco - pela manhã molhado e à noite enxuto.

MAIO

- Maio claro e ventoso, faz o ano rendoso.       

JUNHO

- Sol de junho madruga muito.         

JULHO  

- Em julho abafadiço, fica a abelha no cortiço.              

AGOSTO

- Trovoadas em Agosto, abundância de uva e mosto. 
Feito por,
Cristiana 7º C
-----------------------------------------------
1-Em Abril águas mil.
Em Abril chove muito.
2-Quando não chove em Janeiro nem bom prado nem bom celeiro.
Significa que se não chover em Janeiro as colheitas não serão muito boas.
3-Ande o frio por onde andar, pelo natal há-de chegar.
Significa que o natal é sempre frio.
 4-Água de Agosto, açafrão, mel e mosto.
Significa que se chover em Agosto é muito bom para as terras.
5-Camisa de seda em Janeiro é sinal de pouco dinheiro.
Uma camisa de seda é muito fina por isso quem veste em Janeiro é sinal que tem pouco dinheiro.

Feito por,
Bruno, 7º C


--------------------------------------------

1º_ Em Abril aguas mil
<!--[if !vml]--><!--[endif]-->                   Significa que em Abril chove muito.

2º_Sem eira nem beira
<!--[if !vml]--><!--[endif]-->                  Significa que quando uma eira não tem beira o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada.

3º_Névoa baixa sol racha
<!--[if !vml]--><!--[endif]-->              Significa que o fenómeno da névoa ocorre geralmente no final do inverno e no começo do verão.

 4º_Tapar o sol com a peneira
<!--[if !vml]--><!--[endif]-->                  Significa que qualquer tentativa de tapar o sol com a peneira (instrumento circular da madeira com o fundo de metal) o sol com a peneira é inglória uma vez que, o objeto é permeável á luz.

 5º_Tempestade no mar gaivotas na terra
<!--[if !vml]--><!--[endif]-->               Significa que as gaivotas não voam, se estiver tempestade.
Feito por,
Inês Ribeiro Martins              
7ºC, Nº 9

-----------------------------------------------

1 – Água de Agosto, açafrão, mel e mosto.
Significa que se chover em Agosto é muito bom para as terras.
2 – Ande o frio por onde andar, pelo Natal há – de chegar.
Significa que o Natal é sempre frio, mesmo que tenha estado calor até à véspera.
3 – Camisa de seda em Janeiro é sinal de pouco dinheiro.
Uma camisa de seda é muito fina por isso quem a veste em Janeiro é sinal que não tem dinheiro para comprar uma mais grossa.
4 – Em Abril, águas mil.
      Significa que em Abril chove muito.
5 – Quem semeia ventos colhe tempestades.
Significa que as pessoas que semearem os alimentos ou qualquer outra coisa antes do tempo terão prejuízo com as tempestades.
6 – Quando não chove em Janeiro nem bom prado nem bom celeiro.
Significa que se não chover em Janeiro as colheitas não serão muito boas.
7 – Quando florir o maracotão, os dias iguais são.
Significa que quando o pessegueiro florir os dias iguais serão.
8 – Lua Nova trovejada é molhada.
Significa que se troveja na noite de Lua Nova a partir daí nas noites de Lua Nova irá chover sempre.

Feito por,
Tânia 7º C
.--------------------------------------
Sol nascente desfigurado,
No Inverno, frio, no Verão, molhado.
<!--[if !supportLists]-->•                    <!--[endif]-->Significa que se o sol nasce disfigurado, no Inverno será frio e o Verão terá muita chuva.

Entre os Santos e o Natal
É Inverno Natural.
<!--[if !supportLists]-->•                    <!--[endif]-->Significa que entre o dia dos Santos e o Natal é Inverno.

Lua nova trovejada,
trinta dias é molhada.
<!--[if !supportLists]-->•                    <!--[endif]-->Significa que se trovejar na lua nova choverá durante um mês.

Se um trovão seco no céu reboa,
temporal violento nos apregoa.
<!--[if !supportLists]-->•                    <!--[endif]-->Significa que quando está bom tempo e aparece um relâmpago, haverá mau tempo.

Céu limpo e lua no horizonte,
de lá te virá o vento.
<!--[if !supportLists]-->•                    <!--[endif]-->Significa que se à noite houver céu limpo e lua no horizonte, o vento virá do horizonte.

Março marçagão, de manhã inverno, à tarde Verão.
<!--[if !supportLists]-->•                    <!--[endif]-->Significa que em março os dias de manhã são frios e à tarde quentes.

Se o Inverno não erra caminho, têmo-lo no São Martinho.
<!--[if !supportLists]-->•                    <!--[endif]-->Significa que o Inverno começa normalmente no São Martinho
                                                                               




                                                                                              Trabalho Realizado por:
                                                                                             Tiago Monteiro Carvalho
                                                                                                      nº 21, 7ºC



----------------------------------------------
                          Provérbios e o seu significado
Janeiro gieiro
(Geadas em Janeiro)
Fevereiro mata a mãe no soalheiro
(Ao estar à varanda as pessoas ficam doentes)
Abril águas mil
(Chove muito em Abril)
Maio trovoso
(Muitas trovoadas em Maio)
Agosto vento no rosto
(Está frio)
Setembro ardem os montes e secas as fontes
(Está muito calor)

Feito por,
Magda Bento correia                                 
Ano:  7º C

-------------------------------------------