"ESPAÇO CULTURALMENTE & ARAUCÁRIA" Espaço informativo e interactivo da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Monsenhor Jerónimo do Amaral de Vila Real. Aqui serão publicadas as actividades realizadas, informações e trabalhos. Estamos no projecto A LER +
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
PLANTAR ÁRVORES PARA CURAR A TERRA
PLANTAR ÁRVORES PARA CURAR A TERRA
Desde a independência do Quénia, nos anos 60, que o governo tem trabalhado para modernizar o país, mas muitos problemas se têm deparado. À medida que a população cresce, mais árvores são cortadas para se obter terra para cultivar e lenha para cozinhar e aquecer. Sem as raízes das árvores para segurar a terra, as chuvas fortes fazem desaparecer o solo fértil. As florestas estão a dar lugar a novos desertos.
♦♦♦♦♦♦
Esta é a história de alguém que está a trabalhar para melhorar a vida dos habitantes do Quénia. O nome dela é Wangari Maathai, e o seu trabalho não é nada fácil. Wangari Maathai foi uma das quenianas que tiveram a sorte de receber uma formação académica. Na escola, disseram-lhes, a ela e aos outros jovens, que seriam eles os futuros líderes do país. Teriam a responsabilidade particular de trabalhar para ajudar o povo queniano. Wangari tomou a sério esta responsabilidade. Quando acabou a escola e viu o que estava a acontecer à terra, decidiu ajudar a plantar árvores. Não umas poucas árvores no jardim lá de casa, nem algumas centenas numa pequena floresta, mas milhares de árvores, milhões mesmo.
O seu primeiro projecto não correu muito bem. Conseguiu obter de graça seis mil árvores, mas estas eram frágeis, com raízes pequenas e apenas algumas folhas. Decidiu dá-las a plantar a pessoas que precisavam muito de trabalho. Mas essas pessoas não tinham nem as ferramentas necessárias, nem dinheiro para irem de autocarro até ao trabalho. Acresce que, devido a uma época de seca excessiva, o governo decidiu que não se podia utilizar água nos jardins. Apenas duas das pequenas árvores não morreram. Foi um começo muito desencorajador.
Por essa altura, Wangari foi a uma conferência das Nações Unidas no Canadá. Conheceu pessoas como Margaret Mead e Madre Teresa, pessoas com muita experiência no tocante a melhorar as vidas dos outros. Isso deu-lhe forças para continuar a tentar, mas percebeu que não poderia fazê-lo sozinha. Wangari voltou então para o Quénia e fundou uma associação de mulheres de todo o país. O seu primeiro projecto foi levar líderes importantes a plantar sete árvores em Nairobi, a capital do Quénia, em honra de sete grandes heróis quenianos. As suas fotografias saíram nos jornais, tendo tido assim muita publicidade. Infelizmente, as pessoas que deveriam ter tomado conta das árvores não lhes deram água suficiente. As árvores depressa morreram.
Em seguida, Wangari e a associação estabeleceram o objectivo de plantar milhões de árvores em terrenos públicos. As pessoas que viviam perto olhariam por essas árvores. Chamaram ao projecto “Salvem a Terra Haram-bee” (Ha-rahm-BAY quer dizer ”Caminhemos na mesma direcção”). O departamento florestal do governo gostou dos projectos das mulheres empenhadas e concordou em dar-lhes, de graça, plantas semeadas. Mas quando o comité pediu quinze milhões de plantas ainda novas, o departamento decidiu que não podia ser assim. Quinze milhões eram demasiado.
Isto deu outra ideia a Wangari. Além de ajudar a plantar árvores, queria também dar poder às pessoas que não tinham nenhum: por que não treinar as mulheres para criar viveiros de árvores? Assim, as mulheres poderiam ganhar dinheiro ao fornecer-lhe as árvores que ela queria plantar. A ideia funcionou. As mulheres foram ensinadas a fazer enxertos de árvores que cresciam naturalmente nas suas zonas. Aprenderam a plantar árvores, a cuidar delas e a gerir um pequeno negócio. Estavam a aprender a ajudar-se a si próprias e, ao mesmo tempo, a ajudar a terra. Era maravilhoso. Em breve, muitas pessoas começaram a plantar os tipos certos de árvores, da forma correcta. Plantavam-nas em fila, de modo a servir de barreira contra o vento e a manter a humidade do solo. À medida que as árvores cresciam e os seus ramos se expandiam, podiam ser podadas. As que eram abatidas serviam como lenha. O que era igualmente maravilhoso.
Todas as rádios e televisões davam notícias sobre as plantas e as árvores novas. Chegaram cartas de escolas, de igrejas, de instituições públicas, a pedir árvores para plantar. A ideia de Wangari ganhou um novo nome. Passou a chamar-se Green Belt Movement. Por todo o Quénia, tanto nas cidades como nas aldeias, as pessoas começaram a formar associações. Os membros do Green Belt reuniam-se para explicar a importância das árvores. Arranjavam ferramentas de jardim, tanques de água, e davam formação àqueles que eram contratados para olhar pelas árvores. Muitas vezes, contratavam pessoas com deficiência, para as quais encontrar trabalho era ainda mais difícil. Centenas de pessoas conseguiram assim um emprego.
Wangari descobriu que, frequentemente, as pessoas plantavam as árvores com grande entusiasmo, mas que, depois, desistiam de cuidar delas. Por isso, muitas árvores morriam. Então, os membros do Green Belt tentaram uma ideia nova. Sempre que se plantavam novas árvores, prometiam mandar a essas pessoas dinheiro pelas árvores que ainda estivessem vivas seis meses depois da plantação. Saber que seriam monetariamente recompensadas fazia com que as pessoas fossem mais cuidadosas com as pequenas árvores enquanto estas criavam raízes.
Mas Wangari estava preocupada: muitos plantadores de árvores tinham trazido novos tipos de árvores que cresciam rapidamente. Estas podiam ser cortadas e vendidas mais cedo do que as árvores naturais do Quénia. As pessoas descobriram que, assim, conseguiam dinheiro mais depressa… Mas as árvores que são plantadas para serem abatidas dentro de poucos anos não resolvem o problema da erosão do solo. E estas árvores perturbam o equilíbrio próprio da natureza. Além de lenha e material para construção, as árvores nativas do Quénia fornecem igualmente forragem para animais, frutas, mel e ervas medicinais, coisas que as árvores importadas não provêm.
Wangari começou então a trabalhar arduamente para ensinar às pessoas que as árvores nativas são melhores para o Quénia e foi-se apercebendo de que os seus esforços não têm sido em vão: em apenas doze anos, foram criados mil e quinhentos viveiros de árvores. Mais de dez milhões de árvores nativas foram plantadas em terrenos públicos pelo Green Belt Movement. Muitas estão em recintos verdes perto de escolas e são as crianças que tomam conta delas. Mais de um milhão de crianças fazem este trabalho. Cada criança cuida de uma ou de duas árvores. Em 1989, o Global Windstar Awards deu a Wangari Maathai dez mil dólares pelo seu trabalho de plantação de árvores e de defesa do ambiente no Quénia. As pessoas perguntaram-se o que iria ela fazer com todo esse dinheiro. Na cerimónia de entrega do prémio, Wangari anunciou que o daria a viveiros de á rvores e às associações do Green Belt Movement noutras partes de África.
Wangari Maathai fala muitas vezes sobre “aquilo que há de Deus” em todos nós. Acredita que “o que há de Deus em nós” é a nossa capacidade de nos importarmos com as pessoas – todas as pessoas – e com a nossa Terra preciosa.
Janet Sabina e Marnie Clark
Lighting Candles in the Dark
Philadelphia, FGC, 2001
(Tradução e adaptação)
quinta-feira, 3 de março de 2011
VISITA DO PSICÓLOGO
Área de Projecto 5ºB 2011/12
No dia 3 de Março de 2011, na aula de Área de Projecto, a turma 5º B recebeu a visita do psicólogo da escola, Dr. Eduardo Castro.
Pediu para nós dizermos o que achávamos que era a psicologia e o que sabíamos sobre os psicólogos. A turma deu as seguintes respostas:
Tratam de pessoas e analisam o seu comportamento.
Há vários tipos de psicologia.
Ajudam a enfrentar os medos.
Estudam os problemas das pessoas.
Ajudam as pessoas a ficar seguras consigo mesmas.
Fazem jogos com as crianças e falam com os adultos.
Ele disse que os psicólogos podiam estar:
No hospital (psicólogos da saúde).
Em escolas (psicólogos escolares).
Em clínicas (psicólogos clínicos).
Em tribunais (psicólogos judiciais).
Em gabinetes privados, onde pode estar qualquer tipo de psicólogo.
Por vezes podem aparecer na tv, no rádio, na internet, em jornais e em revistas.
O Dr. Eduardo disse que os psicólogos do desenvolvimento eram os que tratavam de crianças.
O Dr. Eduardo disse que a palavra psicologia era composta por duas palavras, psi e logia, que querem dizer mente e estudo, respectivamente.
O Dr. Eduardo perguntou o que era o pensamento ao que uma colega nossa respondeu que pensamento era quando falávamos para nós próprios.
Também foram os psicólogos que descobriram que os humanos sonham e conseguiram explicar o que era o sonho. Para a nossa idade explicaram da seguinte maneira: o nosso cérebro é como se fosse uma biblioteca, nascemos com várias prateleiras e nelas vamos colocando e ordenando os livros que escrevemos durante um sonho, sobre os acontecimentos do dia. Os sonâmbulos acreditam tanto no sonho que estão a ter, que tentam realizá-lo.
Um psicólogo chamado Sigmund Freud descobriu como se fazia a hipnose e Jean Piajet foi o primeiro psicólogo a trabalhar com crianças e a percebe que as crianças têm sempre uma razão que as levam a ficarem tristes.
O psicólogo também disse que as pessoas que se tentavam suicidar não se lembravam das outras pessoas. Os dois tipos de psicólogos que podem tratar disso são os psicólogos clínicos e os psicólogos familiares.
Eu gostei muito desta visita, acho que foi importante para nos desenvolvermos e para estarmos mais informados.
No dia 3 de Março pelas 15:00h o Dr. Eduardo Castro, o Psicólogo da nossa escola, veio à nossa aula de Área de Projecto explicar o que era ser um psicólogo.
Falou no que era a psicologia e o que o psicólogo fazia no seu trabalho. Disse que os psicólogos tratavam de pessoas, estudavam os problemas das pessoas, estudavam e analisavam os comportamentos das pessoas, ajudavam os alunos a aprender, ajudavam a lidar com nós próprios, que ajudavam a falar e a superar problemas.
O Dr. Eduardo disse que os psicólogos podem ser vistos em hospitais, nas escolas, nas clínicas, em gabinetes privados, em televisões, em estúdios, em jornais, em revistas e na internet. O psicólogo também disse que fazem jogos com as crianças mais novas e que falavam com os adultos. Eles, os psicólogos, também descobriram o porquê de nós, os seres humanos sonharmos e o Dr. Eduardo esteve a explicar tudo sobre isso. O Psicólogo da nossa escola também disse que “psi” vinha do latim que significava “mente” e “logia” que vem de estudo.
O Dr. Eduardo falou-nos sobre os pensamentos e disse que quando nós estamos a pensar é quando as pessoas falam consigo próprias, ou seja, falam para dentro da mente. Também disse que quando estava no ISMAI a tirar o curso de Psicologia estava a tirar o curso de Psicologia do Desenvolvimento e que agora está na nossa escola como Psicólogo escolar.
Quase no fim da visita do Dr. Eduardo, alguns alunos da nossa turma estiveram a fazer algumas perguntas e o Psicólogo respondeu a todas elas.
A visita do Psicólogo Eduardo foi muito divertida.
Gostava muito que todas as visitas à nossa sala, nas aulas de Área de Projecto fossem todas assim.
Falou no que era a psicologia e o que o psicólogo fazia no seu trabalho. Disse que os psicólogos tratavam de pessoas, estudavam os problemas das pessoas, estudavam e analisavam os comportamentos das pessoas, ajudavam os alunos a aprender, ajudavam a lidar com nós próprios, que ajudavam a falar e a superar problemas.
O Dr. Eduardo disse que os psicólogos podem ser vistos em hospitais, nas escolas, nas clínicas, em gabinetes privados, em televisões, em estúdios, em jornais, em revistas e na internet. O psicólogo também disse que fazem jogos com as crianças mais novas e que falavam com os adultos. Eles, os psicólogos, também descobriram o porquê de nós, os seres humanos sonharmos e o Dr. Eduardo esteve a explicar tudo sobre isso. O Psicólogo da nossa escola também disse que “psi” vinha do latim que significava “mente” e “logia” que vem de estudo.
O Dr. Eduardo falou-nos sobre os pensamentos e disse que quando nós estamos a pensar é quando as pessoas falam consigo próprias, ou seja, falam para dentro da mente. Também disse que quando estava no ISMAI a tirar o curso de Psicologia estava a tirar o curso de Psicologia do Desenvolvimento e que agora está na nossa escola como Psicólogo escolar.
Quase no fim da visita do Dr. Eduardo, alguns alunos da nossa turma estiveram a fazer algumas perguntas e o Psicólogo respondeu a todas elas.
A visita do Psicólogo Eduardo foi muito divertida.
Gostava muito que todas as visitas à nossa sala, nas aulas de Área de Projecto fossem todas assim.
Trabalho realizado por: Viviane Magalhães 5ºB nº20
quarta-feira, 2 de março de 2011
TEXTOS REALIZADOS EM CONTEXTO DE SALA DE AULA DE LÍNGUA PORTUGUESA 5ºI,
Textos criados a partir do desafio feito pela docente: Foi fornecido aos alunos a personagem, o espaço e o final da história, e os alunos deveriam criar um conto.
O monstro das 7 cabeças
Era uma vez um monstro de 7 cabeças que queria encontrar o pai.
O monstro como tinha 7 cabeças, as cabeças planearam fazer um portal que automaticamente levava o monstro ao seu pai, que andava perdido.
Uma das cabeças falou:
─ Mas, esse portal vai demorar semanas! Como vamos fazer?
E outra respondeu:
─ Não faz mal porque o que importa não é o tempo, é encontrar o pai!
E todas as cabeças responderam:
─ Pois é!
E outra cabeça disse:
─ Então vamos começar!
E lá começaram. Ele trabalhava como louco o dia inteiro, a noite inteira porque o seu objectivo era encontrar o pai.
Passado uma semana conseguiu fazer o portal.
E todas as cabeças gritaram:
─ Viva! Hurra!
Mas, quando experimentaram tiveram uma grande surpresa, uma surpresa inesperada o portal não funcionava.
Todas as cabeças gritaram:
─ Oooooooooooh, não!
A outra cabeça disse:
─ Não faz mal porque vamos fazer outro melhor, não é?
E as outras responderam:
─ Sim pois é, não podemos desistir!
Começaram outra vez a fazer o portal. Pararam para dormir porque já não dormiam há algum tempo.
No dia seguinte, o monstro começou novamente com o portal mas um senhor apareceu e queria-lho comprar e o monstro de 7 cabeças disse:
─ Não, porque isto não está para venda!
E o senhor suplicou:
─ Vá lá, vá lá, por favor!
─ Não porque é para uma coisa importante por isso vá embora!
O senhor com medo foi-se embora.
Passado algumas semanas lá conseguiu fazer o portal e funcionou, mas não o levou ao seu pai, foi automaticamente para o sítio onde estava o pai.
Mas, agora vai ser mais difícil para o monstro das 7 cabeças.
O monstro disse:
─ Não vai ser fácil mas vou tentar!
Procurou, procurou, procurou mas não encontrava o seu pai.
No dia seguinte voltou a procurar e não é que o encontrou!
O pai dele estava numa quinta e o monstro ficou feliz por encontrá-lo mas como tinha fome comeu as vacas.
E depois… “foram-se as vacas e ficaram os bois”.
Gonçalo Penelas - 5˚I
O monstro das 7 cabeças
Era uma vez um monstro de 7 cabeças que queria encontrar o pai.
O monstro como tinha 7 cabeças, as cabeças planearam fazer um portal que automaticamente levava o monstro ao seu pai, que andava perdido.
Uma das cabeças falou:
─ Mas, esse portal vai demorar semanas! Como vamos fazer?
E outra respondeu:
─ Não faz mal porque o que importa não é o tempo, é encontrar o pai!
E todas as cabeças responderam:
─ Pois é!
E outra cabeça disse:
─ Então vamos começar!
E lá começaram. Ele trabalhava como louco o dia inteiro, a noite inteira porque o seu objectivo era encontrar o pai.
Passado uma semana conseguiu fazer o portal.
E todas as cabeças gritaram:
─ Viva! Hurra!
Mas, quando experimentaram tiveram uma grande surpresa, uma surpresa inesperada o portal não funcionava.
Todas as cabeças gritaram:
─ Oooooooooooh, não!
A outra cabeça disse:
─ Não faz mal porque vamos fazer outro melhor, não é?
E as outras responderam:
─ Sim pois é, não podemos desistir!
Começaram outra vez a fazer o portal. Pararam para dormir porque já não dormiam há algum tempo.
No dia seguinte, o monstro começou novamente com o portal mas um senhor apareceu e queria-lho comprar e o monstro de 7 cabeças disse:
─ Não, porque isto não está para venda!
E o senhor suplicou:
─ Vá lá, vá lá, por favor!
─ Não porque é para uma coisa importante por isso vá embora!
O senhor com medo foi-se embora.
Passado algumas semanas lá conseguiu fazer o portal e funcionou, mas não o levou ao seu pai, foi automaticamente para o sítio onde estava o pai.
Mas, agora vai ser mais difícil para o monstro das 7 cabeças.
O monstro disse:
─ Não vai ser fácil mas vou tentar!
Procurou, procurou, procurou mas não encontrava o seu pai.
No dia seguinte voltou a procurar e não é que o encontrou!
O pai dele estava numa quinta e o monstro ficou feliz por encontrá-lo mas como tinha fome comeu as vacas.
E depois… “foram-se as vacas e ficaram os bois”.
Gonçalo Penelas - 5˚I
TEXTOS REALIZADOS EM CONTEXTO DE SALA DE AULA DE LÍNGUA PORTUGUESA 5ºI,
Textos criados a partir do desafio feito pela docente: Foi fornecido aos alunos a personagem, o espaço e o final da história, e os alunos deveriam criar um conto.
A Serpentina e o labirinto
Era uma vez uma serpente que morava numa floresta. Essa serpente chamava-se Serpentina e era muito curiosa.
Um dia encontrou um labirinto e pensou, pensou até que teve uma ideia. Essa ideia era entrar no labirinto e ver se havia lá algum tesouro. Entrou e andou, andou, andou até que se perdeu e exclamou:
-Ai! Que desgraçada que eu sou! Perdi-me!
Passaram algumas horas, ela queixou-se:
-Estou cheia de fome e tenho sono!
Passado um minuto a Serpentina ouviu uma voz que dizia:
-Anda para a frente, depois vira à esquerda e por último vira à direita.
A Serpentina fez o que a voz disse e quando olhou em frente ficou admiradíssima, exclamando:
-É a primeira vez que vejo um tesouro cheio de ouro!
A Serpentina aproximou-se e deitou-se em cima do tesouro e, de repente, ouviu outra vez a voz que dizia:
-Leva o tesouro contigo, nesse carrinho que está à tua esquerda, e anda sempre em frente.
A Serpentina andou, andou, andou até que o carrinho parou e ela ainda ficou mais admirada do que antes. Ela viu muita comida e uma cama.
A Serpentina deitou-se na cama e adormeceu.
Passada uma hora a voz falou outra vez e dizia:
-Anda novamente no carrinho, leva as coisas todas que encontraste, e vira à direita e depois à esquerda.
Ela andou no carrinho e, de repente ,parou, olhou em frente e aí quase desmaiava. Ela nunca tinha visto uma fada. Ela aproximou-se da fada que estava cheia de fome.
A Serpentina pensou e deu-lhe o tesouro, a comida e a cama.
A fada comeu, comeu e disse:
-És muito boa serpente! Nem sei como te agradecer!
-Não é preciso agradecer! Simplesmente estou mortinha para sair deste labirinto!
-Ah! Já sei! Eu posso tirar-te deste labirinto!
-A sério?
- Sim!
-Olha, então vamo-nos despedir uma da outra. Adeus!
-Adeus!
A fada tirou a Serpentina do labirinto e levou-a para a floresta.
Os amigos dela, quando a encontraram, perguntaram-lhe:
-Onde é que andaste durante este tempo todo?
-Andei perdida dentro de um labirinto. Só sei que é uma longa história!
-Conta lá!
-Eu um dia tinha encontrado um labirinto e lembrei-me que podia haver lá um tesouro. Então entrei e passado algum tempo tinha-me perdido e comecei a sentir sono e fome.
Logo a seguir ouvi uma voz que me indicava algumas direcções para eu seguir. A primeira vez encontrei um tesouro e a voz mandou-me levá-lo num carrinho que lá estava. Depois vi muita comida e uma cama, a voz disse para pôr outra vez as coisas que encontrei ,no carrinho. Eu segui no carrinho até que encontrei uma fada, quase morta, pensei e dei-lhe tudo o que tinha encontrado. Ela ficou outra vez saudável e disse que não sabia como me agradecer. Eu tinha dito que não era preciso agradecer e também lhe disse que estava morta por sair do labirinto. Ela lembrou-se que me podia tirar de lá. Foi assim que eu saí, se não, nunca mais encontrava o caminho de volta.
-Então foi uma história com um final feliz!
-Foi e ao mesmo tempo uma lição por ser muito curiosa! Por pouco não fiquei lá!
-Adeus!
Os animais foram todos para as suas casas.
“Meu dito, meu feito, este conto sai perfeito.”
CARLOS REBELO 5º I
DOCENTE: Alice Fernandes
A Serpentina e o labirinto
Era uma vez uma serpente que morava numa floresta. Essa serpente chamava-se Serpentina e era muito curiosa.
Um dia encontrou um labirinto e pensou, pensou até que teve uma ideia. Essa ideia era entrar no labirinto e ver se havia lá algum tesouro. Entrou e andou, andou, andou até que se perdeu e exclamou:
-Ai! Que desgraçada que eu sou! Perdi-me!
Passaram algumas horas, ela queixou-se:
-Estou cheia de fome e tenho sono!
Passado um minuto a Serpentina ouviu uma voz que dizia:
-Anda para a frente, depois vira à esquerda e por último vira à direita.
A Serpentina fez o que a voz disse e quando olhou em frente ficou admiradíssima, exclamando:
-É a primeira vez que vejo um tesouro cheio de ouro!
A Serpentina aproximou-se e deitou-se em cima do tesouro e, de repente, ouviu outra vez a voz que dizia:
-Leva o tesouro contigo, nesse carrinho que está à tua esquerda, e anda sempre em frente.
A Serpentina andou, andou, andou até que o carrinho parou e ela ainda ficou mais admirada do que antes. Ela viu muita comida e uma cama.
A Serpentina deitou-se na cama e adormeceu.
Passada uma hora a voz falou outra vez e dizia:
-Anda novamente no carrinho, leva as coisas todas que encontraste, e vira à direita e depois à esquerda.
Ela andou no carrinho e, de repente ,parou, olhou em frente e aí quase desmaiava. Ela nunca tinha visto uma fada. Ela aproximou-se da fada que estava cheia de fome.
A Serpentina pensou e deu-lhe o tesouro, a comida e a cama.
A fada comeu, comeu e disse:
-És muito boa serpente! Nem sei como te agradecer!
-Não é preciso agradecer! Simplesmente estou mortinha para sair deste labirinto!
-Ah! Já sei! Eu posso tirar-te deste labirinto!
-A sério?
- Sim!
-Olha, então vamo-nos despedir uma da outra. Adeus!
-Adeus!
A fada tirou a Serpentina do labirinto e levou-a para a floresta.
Os amigos dela, quando a encontraram, perguntaram-lhe:
-Onde é que andaste durante este tempo todo?
-Andei perdida dentro de um labirinto. Só sei que é uma longa história!
-Conta lá!
-Eu um dia tinha encontrado um labirinto e lembrei-me que podia haver lá um tesouro. Então entrei e passado algum tempo tinha-me perdido e comecei a sentir sono e fome.
Logo a seguir ouvi uma voz que me indicava algumas direcções para eu seguir. A primeira vez encontrei um tesouro e a voz mandou-me levá-lo num carrinho que lá estava. Depois vi muita comida e uma cama, a voz disse para pôr outra vez as coisas que encontrei ,no carrinho. Eu segui no carrinho até que encontrei uma fada, quase morta, pensei e dei-lhe tudo o que tinha encontrado. Ela ficou outra vez saudável e disse que não sabia como me agradecer. Eu tinha dito que não era preciso agradecer e também lhe disse que estava morta por sair do labirinto. Ela lembrou-se que me podia tirar de lá. Foi assim que eu saí, se não, nunca mais encontrava o caminho de volta.
-Então foi uma história com um final feliz!
-Foi e ao mesmo tempo uma lição por ser muito curiosa! Por pouco não fiquei lá!
-Adeus!
Os animais foram todos para as suas casas.
“Meu dito, meu feito, este conto sai perfeito.”
CARLOS REBELO 5º I
DOCENTE: Alice Fernandes
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